De Corpo e Alma - Lucy Reichenbach

Uma coletânea de Poemas
declamados pela própria Autora
© 2006/2007

  
Lucy Reichenbach

Maria Lucia Ferreira Reichenbach, nascida em 28 de Outubro, na cidade de Astorga e residente na cidade de Londrina, ambas do Estado do Paraná, Brasil. Licenciada em Direito pela Universidade Estadual de Londrina, inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, com especializações e pós-graduação em Direito Ambiental pela Universidade de Castilla - La Mancha – Toledo- España. Promotora de Justiça com amplos serviços prestados ao Ministério Público do Estado do Paraná, até se aposentar em 1999. 

Integra uma sociedade de advogados, da qual é diretora. Atua na área empresarial como advogada ambientalista, com escritório na cidade de Londrina. 

Docente das disciplinas de Direito Administrativo e Ambiental em cursos preparatórios para concursos da Escola Superior do Ministério Público. Docente e conferencista em matéria ambiental na Universidade Norte do Paraná – UNOPAR e BB & G Sociedade de Ensino. É assessora jurídica, em segundo mandato, da organização internacional Business Professional Woman, região de Londrina, Brasil (BPW-LD), com assento na Organização das Nações Unidas – ONU. É, também, Assessora Jurídica do Projeto Cultural ABRALI.

Define-se como “alguém que, desde 1984, abdicou da poesia – terreno movediço das emoções - e guiou seus passos pela razão e pela lógica, até o reencontro recente e inevitável com a emoção guardada e a magia das palavras. Retornou em setembro de 2004 à leitura e aos exercícios de poesia e poemas, seu estilo é o de versos brancos ou livres; Preocupa-se mais com a mensagem e menos com a métrica, rima ou ritmo. Codinomes: sissi, lucyinthesky e lucy reichenbach. 



Auto-retrato

Como auto-retrato, optei por apresentar fragmentos
de Poemas meus que mostram meu perfil:

"Nasci sob o céu vermelho de escorpião,
uma fúria na guerra, terrível dragão!

Passo em passo na lida da vida,
passaram-se os anos sem poesia...

Andou reduto de machos feito fera,
negou às palavras arte de seduzir..

os signos, contudo, castigo urdiam...

Tanto se fez no erguer da tenda,
para tal desiderato, tantos ardis, 

que a pobre se vestiu de prenda
e pôs-se a costurar versos gentís!"